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Como as big techs estão redesenhando o futuro dos serviços financeiros

Big Techs e o setor financeiro
Tecnologia e Negócios
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Como as big techs estão redesenhando o futuro dos serviços financeiros

A digitalização do mercado financeiro vinha há anos sendo feita de forma gradativa, mas com a revolução das fintechs houve uma estimulação significativa no setor e um crescimento considerável, inclusive, das Big Techs.

A pandemia também contribuiu para acelerar a digitalização deste setor e também foi um dos propulsores do avanço dessas empresas de sucesso. De acordo com o estudo Flavors of Fast, da empresa de tecnologia FIS, a receita de bigtechs cresceu 17% entre 2019 e 2020, enquanto a capitalização de mercado dessas empresas avançou 57% no período.

Apesar desse crescimento, o final deste ano vem sendo marcado por crises e demissões em massa em gigantes como Google, Meta, Twitter, Apple e Amazon. Ainda assim, é nítida a importância dessas empresas para os investidores. Você sabe que a sua relevância vai muito além das questões financeiras?

Os serviços e produtos das Big Techs estão presentes no cotidiano de bilhões de pessoas em todo mundo, eles se fazem necessários, influenciam segmentos e até mesmo moldam hábitos de consumo.

Neste artigo você entenderá a importância das Big Techs e como essas empresas estão se reinventando e reestruturando o setor financeiro.

O que são Big Techs?

Por definição, o termo Big Tech é adotado para classificar companhias de grande porte, com base tecnológica que dominam o mercado e alcançam sucesso absoluto no segmento em que atuam.

Na maioria dos casos, essas empresas começaram como startups com soluções revolucionárias que serviram como chave para tornar o seu negócio escalável.  E, por mais que a evolução das soluções trazidas pelas fintechs no mercado financeiro tenham sido propulsoras do seu faturamento, a adesão dessas empresas vai além disso e engloba a necessidade dos consumidores.

Esse formato de empresa busca formas de transformar o dia a dia das pessoas por meio de serviços inovadores. A busca por mudança constante, em relação ao setor financeiro, tem levado para essas corporações uma nova visão de negócios.

Tornar-se essencial é o sinônimo das Big Techs, portanto elas precisam aderir constantemente às novas tecnologias  e serviços e é dessa forma que essas empresas se mantêm relevantes no mercado. 

Por serem empresas facilitadoras do cotidiano, elas possuem um papel relevante na sociedade atual. A participação delas na nossa rotina é tão comum que sequer percebemos que dependemos diretamente delas.

Exemplos de big techs que já fazem parte da sua rotina

No quesito mercadológico, as Big Techs têm uma mistura diversificada de aplicativos e serviços em nuvem, produtos e acúmulo de dados, enquanto outras têm um foco mais direto e  singular. 

As maiores Big Techs do mundo, conhecidas como as Big Five, são as empresas do momento e já controlam cerca de 80% do mercado, entre as 5 principais estão a Apple, Amazon, Alphabet, Microsoft e Meta. 

Fonte: Valor Econômico
  • Apple:

Quando se trata de empresas de tecnologia ela é lider em inovação e é a maior empresa de fornecimento de produtos e serviços com foco em produtos únicos.

Essa empresa foi fundada em 1979 por Steve Jobs e Steve Wozniak e possui serviços e produtos como Apple Music, iPhone, iPad, MacBook, Apple TV+ e o iCloud. A demanda por essa empresa é tão grande que em 2019 a empresa teve a receita total de  US$ 260 bilhões, sendo US$ 55,2 bilhões como receita líquida.

  • Amazon:

No nicho do comércio eletrônico, essa é a maior empresa do mundo, os seus produtos e serviços envolvem streaming, e-books, soluções de casa inteligente, um estúdio de cinema e televisão, fabricação de eletrônicos e muito mais.

Com uma carteira grande de produtos e serviços, permitiu que em 2019 receita total de US$281 bilhões e por ser responsável por 33% do mercado global de computação em nuvem e 39% das vendas de e-commerce nos Estados Unidos.

  • Alphabet:

Originalmente, essa empresa foi criada para dar suporte e administrar todos os serviços relacionados ao Google, que é o maior mecanismo de pesquisa do mundo.

Essa Big Tech tem sido pioneira em mecanismos como o Chrome, Android, YouTube, Google Home e Google pix, fazendo com que em 2019 a sua participação no mercado global fosse de 92,19% e gerasse  uma receita total de US$162 bilhões, e de US$34,3 bilhões como receita líquida.

  • Microsoft:

Apesar de ter sido fundada em 1975 por  Bill Gates e Paul Allen, foi só em 1983 que ela se tornou uma das gigantes da tecnologia. 

Na sua cartela de produtos, a Microsoft conta com  o desenvolvimento do famoso sistema operacional Windows, do Microsoft Word, editor de texto mais utilizado do mundo e do Microsoft Office, que é composto do Word, Outlook, Excel e PowerPoint.

Em 2020, a Microsoft apresentou um faturamento total de US$143 bilhões em 2020,  elevando a sua pontuação e conquistando a quarta posição no ranking entre as maiores empresas de tecnologia do mundo, ficando atrás somente da Apple, Amazon e Alphabet.

  • META:

Empresa fundada por  Mark Zuckerberg,  originalmente chamada de Facebook, nasceu de um projeto universitário e se tornou posteriormente uma startup que atualmente é considerada uma plataforma multibilionária. 

A sua expansão em outras tecnologias se deu por conta de algumas aquisições, como a compra do Instagram em março de 2012 por US$ 1 bilhão, WhatsApp em fevereiro de 2014 por US $ 19 bilhões, Óculos Go em março de 2014 por US $ 400 milhões.

Todas essas aquisições foram para aumentar o seu leque de serviços, através da obtenção de um sistema de realidade virtual, aperfeiçoamento do algoritmo e desenvolvimento de IA e machine learning foram um esforço positivo para a empresa garantir seu futuro.

Como as Big Techs estão modificando o mercado de serviços financeiros?

Segundo o Statista, os dois primeiros anos da pandemia se mostraram tremendamente lucrativos para grandes empresas de tecnologia como Amazon e Meta, com aumentos de receita entre 20% e 45% ano a ano ao comparar os primeiros nove meses de 2020 e 2021.

Porém, a situação geopolítica atual, inflação crescente, uma recessão iminente e a estrita estratégia Zero-Covid da China, dificultando a produção no primeiro semestre de 2022, prejudicaram o notável surto de crescimento da  GAMAM  (Google, Amazon, Meta, Apple, Microsoft).

Por mais que haja uma diminuição significativa, para se manter sempre à frente, essas empresas têm investido dinheiro e esforços em diversas áreas, como o mercado financeiro, focando em serviços e produtos mais flexíveis.

Nesse aspecto, as Big Techs surgiram aos poucos e com ações pontuais, porém assertivas. Um exemplo disso, é a evolução da economia digital que hoje conta com o Meta investindo em pagamentos online com o apoio do blockchain e no Whatsapp com o WhatsApp Pay para facilitar as transações comerciais no país.

A porta de entrada para essas empresas no mercado financeiro foi através dos pagamentos onlines – Google Pay, Amazon Pay, Facebook Pay, e Apple Pay – e com isso elas utilizaram da necessidade uma oportunidade para expandir os seus negócios.

Atualmente, as Big Five estão expandindo o seu leque com algumas parcerias, por exemplo,  a Apple lançou em 2019 o seu cartão de crédito em parceria com a Goldman Sachs, com o diferencial da eliminação de tarifas e uma nova estrutura de privacidade e segurança. E o Google, que se intensificou no nicho das fintechs e lançou o seu próprio produto de conta corrente em parceria com a Citigroup em 2020.

O futuro que as Big Techs estão criando para o mercado financeiro

Praticidade e agilidade são as principais características da geração atual e gerar valor através disso se tornou muito mais do que um diferencial competitivo para as empresas.

Você agora já sabe o que são Big Techs e quais são as principais no mercado atual, mas para que você saiba ainda mais sobre como elas estão usando os seus serviços e produtos para criar um novo cenário, aqui estão alguns diferenciais: 

  • Poder da marca: a geração atual, os millenials, têm uma característica que viabiliza mais facilmente a interação com essas funcionalidades. As empresas de tecnologia são melhor aceitas que os bancos tradicionais.
  • Capacidade de gerar “personalização em massa”: conseguem oferecer, a partir do histórico de uso e perfil dos seus clientes, serviços e produtos direcionados às necessidades específicas do seu público.
  • Proporção: as Big Techs possuem centenas de milhões ou bilhões de clientes/usuários ativos no mundo. 
  • Share of attention: ter uma imensa base de usuários ajuda as Big Techs a se moldarem e a fazerem parte da nossa rotina diária, através do engajamento intenso por conta das grandes informações que essas empresas recebem. Porém, isso é um grande diferencial, já que o mesmo não ocorre nos os provedores de serviços financeiros.

Com relação aos serviços que essas empresas estão oferecendo, por mais que elas possuem grande influência ainda estão na investindo de forma cautelosa mas direta no setor financeiro:

  • Apple Pay, Google Pay, Google Wallet, Facebook Pay e Amazon Pay: São e-wallets que utilizam meios de pagamento de emissores estabelecidos (cartões de crédito e de débito).
  • Apple Card: cartão de crédito desenvolvido em conjunto com o Goldman Sachs, que prevê mais acessibilidade com parcelamentos sem juros.
  • Contas-correntes: Amazon e Google anunciaram planos para oferecer este serviço em parceria com JP Morgan Chase e Citigroup, respectivamente.  

Falar sobre Big Techs é falar sobre inovação e progresso tecnológico, pois não há apenas uma área de atuação, elas englobam diversas frentes com maestria.

Ser reconhecida globalmente e conseguir moldar a sociedade com as suas visões, produtos e serviços é a base dessas empresas, pois elas conhecem os seus consumidores e moldam a forma como as pessoas usam a Internet e os caminhos que percorrem para obter o que precisam.

No mercado financeiro, as Big Techs vem gerando valor e se destacando aproveitando a situação social global com as suas funcionalidades tecnológicas como a inclusão do pagamento instantâneo e de cartões online de forma gratuitas e que abrangem grandes demandas.

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