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Securitização: definição, funcionamento e vantagens

Homens utilizando um notebook com um cadeado em foco na tela
Casos de sucesso

Securitização: definição, funcionamento e vantagens

Uma das partes fundamentais de um projeto é o financeiro, onde o alinhamento com as condições do mercado é fundamental para a lucratividade. 

A securitização, antes de ser uma estratégia financeira, representa uma solução acessível que viabiliza a ascensão da economia nacional. Além disso, é também uma forma de democratizar e apoiar diversos tipos de negócios.

Por isso destacamos 7 pontos sobre essa prática tão importante. Confira:

 1 – Afinal, securitização ou securities?

Originada do termo em inglês “securitization”, a palavra securitização refere-se a valores mobiliários. Poderia simplesmente chamar-se titularização no Brasil, por isso essa variação passou a ser comum: securitização. Securities é somente mais uma versão do mesmo termo, tratando do mesmo assunto.

Além disso, não é à toa que o nome remete à segurança. Quem nunca teve uma ideia, pensou em tirá-la do papel, mas não tinha recursos financeiros?

A securitização promove a independência do seu negócio, minimizando dívidas ou possíveis empréstimos de grandes proporções.

Numa viagem ao túnel do tempo, voltando para a década de 70, encontramos referências do setor financeiro que definia esse processo como “a prática de estruturar e vender investimentos negociáveis, de forma que seja distribuído entre diversos investidores, um risco que normalmente seria absorvido por um só credor” – conforme mostra o Dicionário de Finanças da Uqbar.

 2 – Entendendo a securitização

Em resumo, vamos ao ponto: as empresas visam o crescimento através da captação de recursos, enquanto investidores buscam melhor rentabilidade. 

Por isso, dizemos que o casamento entre securitização e o mercado de capitais permite mais dinheiro circulando e proporciona ampliação no fundo econômico do país.

Investidores asseguram que credores recebam suas dívidas de maneira antecipada, possibilitando o rápido desenvolvimento dessas empresas, uma vez que elas levariam meses para receber esses valores, considerando as possíveis inadimplências.

E o que acontece quando o crescimento de uma empresa é constante? Novas oportunidades aparecem! 

A securitização é a garantia de que essa harmonia econômica siga em conformidade com a independência, possibilitando planejamentos a longo prazo e reduzindo riscos.

 3 – Quem é quem?

Certo, agora que já falamos sobre o impacto e o papel da securitização no mercado, vamos relembrar quem é quem nessa história?

 4 – Vantagens da Securitização

Para as empresas que buscam crescimento, a captação desses recursos permite a viabilização de projetos com mais rapidez. 

Na prática, não é necessário esperar que as contas a receber estejam em caixa. Funciona como uma espécie de “seguro para dívidas”, porque mesmo recebendo o valor abaixo do total devido, a antecipação desses recursos podem proporcionar rendimento e ganho de mercado.

Os investidores, por sua vez, estudam as melhores taxas de rentabilidade: são eles que receberão a diferença sobre o valor da dívida (incluindo juros no momento em que o título é quitado). 

Essa transação é feita por intermediadoras do mercado financeiro, como bancos e instituições tradicionais – mas também vem ganhando popularidade entre as fintechs.

Então essas são as 3 principais vantagens: 

1º – Antecipa recebimentos e viabiliza projetos de crescimento;

2º – Reduz os impactos em casos de possíveis inadimplências;

3º – Oferece segurança aos credores e conveniência aos investidores.

5 – Ativos que podem ser títulos negociáveis

É natural que depois de todos esses detalhes, venha a seguinte questão: quais títulos podem ser lastreados? 

Na verdade, a securitização está cada vez mais flexível, desburocratizando até mesmo assuntos densos como a economia em si. Vale destacar a negociação de ativos mais conhecidos, a saber: 

  • Cheques; 
  • Financiamentos; 
  • Parcelamentos;
  • Aluguéis; 
  • Contratos de empréstimo.

 6 – Operações de Securities

Alguns elementos compõem os parâmetros contratuais de determinadas operações de Securities. Entre eles podemos destacar os seguintes:

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI): título emitido por uma securitizadora, que torna a dívida lastreada para financiamentos especificamente imobiliários.

Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA): processos envolvendo cooperativas e produtores rurais. Também é um título de renda fixa emitido por uma securitizadora e permite que seja uma dívida negociável.

Debêntures: as debêntures, por sua vez, são emitidas pelos investidores que buscam rentabilidade a longo prazo. Eles adquirem os títulos e, posteriormente, recuperam o investimento com os juros acrescidos.

O Fundo de Direitos Creditórios (FIDC): consiste em um planejamento com mais de um investidor – um grupo tem interesses em comum e acaba juntando os próprios recursos em um único título.

7 – O cenário atual da Securitização

Tem sido muito delicado falarmos em planejamentos a longo prazo, certo?

Mas a pandemia é uma realidade que, por mais impactante que seja, pode trazer novos olhares sobre o mercado.

Esse é justamente um dos fatores mais discutidos globalmente: a possibilidade de resiliência frente aos desafios e tempos de incerteza. Segundo uma análise da True Securitizadora, a securitização no cenário pandêmico também teve seus desafios e reinvenções. Confira o trecho a seguir:

“Reinvenção e análise de dados – empresas tiveram que se adaptar ao ‘novo normal’, adequando operações ao modelo home office (no caso dos negócios que tinham essa possibilidade), e aprimorando canais digitais de governança, comunicação e vendas. Antecipando os efeitos econômicos de quarenta prolongadas, muitas companhias se adiantaram na renegociação de contratos e corte de despesas.”

Dessa forma, o ramo da securitização segue para melhores possibilidades: revisando as lacunas de investimento, garantindo segurança para os credores e conveniência para investidores. 

Essas revisões tendem a potencializar ainda mais o mercado: as securitizadoras descrevem um momento de otimismo e passam a adotar tecnologias inovadoras em suas soluções.

Securitização na Clicksign

Na linguagem do mercado financeiro, fala-se muito sobre a CCB Digital. A Cédula de Crédito Bancário é um título emitido por uma pessoa física ou jurídica, para uma instituição financeira. Trata-se de uma promessa de pagamento em dinheiro que decorre de uma operação de crédito.

As CCBs podem ser transferidas pela forma de endosso para outro credor, ainda que ele não seja uma instituição financeira. 

Além disso, tais títulos podem ser usados em diferentes modalidades de operações de crédito, como consignados, CDC ou cheque especial, por exemplo. Também podem ser assinadas eletronicamente, mantendo a validade jurídica conforme a Medida Provisória 2.200-2.

A Clicksign tem uma solução que possibilita a geração, garante o endosso e assinatura das CCBs de forma eletrônica. 

Assim, proporciona mais agilidade na produção, seja através da assinatura eletrônica ou digital, maior segurança e mais conveniência para quem utiliza as Cédulas de Crédito Bancário na modalidade Digital.

Muito prazer, nós somos a Clicksign!

Empresa pioneira em assinatura eletrônica de documentos no Brasil, temos a missão de simplificar processos e levar a transformação digital para todos.

Unimos tecnologia, rapidez e segurança para garantir validade jurídica a todos os documentos assinados pela plataforma. 

Nossa solução permite a assinatura eletrônica de qualquer dispositivo com acesso a Certificado Digital ou à internet, além de automação e integração intuitiva, descobrindo como a tecnologia criativa pode potencializar ainda mais a modernidade.

Chegamos ao fim de mais um post. Se gostou do conteúdo e não quer perder discussões sobre tecnologias e soluções efetivas para a gestão dos processos de sua empresa, assine a nossa newsletter e fique por dentro de nossas postagens.

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