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Tipos de códigos de criptografia: características e funcionalidades

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Tecnologia

Tipos de códigos de criptografia: características e funcionalidades

Há uma variedade de tipos de códigos de criptografia e cada um possui suas particularidades e funções de destino. Podemos unir a origem desses códigos criptográficos com a transformação digital progressiva que vivemos e a necessidade de segurança de dados. Apesar de ser uma área importante atualmente, a criptografia deu seus primeiros passos nos anos 40.

A evolução tecnológica carrega alguns malefícios e, em busca de assegurar nossas informações pessoais, a criptografia trabalha para minimizar os perigos de utilizar a internet. Afinal, quem nunca sentiu um toque de insegurança ao incluir seus dados pessoais em uma página de identificação, não é mesmo?

Essa hesitação não é à toa, os golpes e crimes virtuais existem desde os primórdios da internet. Dessa maneira, a criptografia serve para proteger os dados confidenciais para que estes não sejam fraudados. Dando um contexto mais histórico, a criptografia surgiu, de forma mais concreta, na Segundo Guerra Mundial, junto a urgência dos países de proteger as informações de guerra.

Além de discorrer sobre os tipos de códigos de criptografia mais utilizados, nesta publicação, vamos entender como funciona a criptografia na prática e para que servem esses códigos no nosso cotidiano. Olha só:

10 tipos de códigos de criptografia

Confira a seguir os 10 principais e mais comuns tipos de códigos de criptografia da atualidade.

1. DES

Desenvolvido na década de 70, o DES (Data Encryption Standart) é um tipo de código de criptografia que funciona com um padrão de 56 bits e trabalha com um processo que não pode ser revertido e nem quebrado. Em 20 anos de funcionamento, não encontrou-se nenhuma forma de quebrar o desempenho dessa criptografia, com exceção da força bruta.

2. DES-X

Já o Data Encryption Standard -X (DES-X), variante do DES, executa um processo com um tamanho de 184 bits e aumenta a dificuldade de acessos por força bruta. A técnica Key whitening amplia a complexidade do código DES-X, tornando-o (quase) impenetrável.

3. Triple DES

O Triple DES, 3DES ou 3DEA também é uma variável do DES e leva esse nome pois utiliza o mesmo padrão criptográfico que o DES comum, multiplicado por três. Assim como o DES-X, o Triple DES funciona como uma forma mais segura e otimizada que o original DES. Por outro lado, sua total segurança depende que as três chaves separadas sejam ligadas.

4. AES

O Advanced Encryption Standard trabalha como criptogradia e descriptografia, ou melhor, como codificação e decifração. Enquanto a criptografia transforma informações em textos cifrados, a descriptografia faz o caminho contrário. Os padrões das chaves utilizadas por esse código variam de 128 a 256 bits.

5. RSA

RSA ou Rivest-Shamir-Adleman, é um dos primeiros tipos de códigos de criptografia que trabalham de forma pública com transmissão segura de informação. Este é um dos códigos com maior nível de segurança e foi um dos percussores a possibilitar criptografia em certificados e assinaturas digitais.

6. SAFER

O código de criptografia SAFER (Secure And Fast Encryption Routine) também pode ser encontrado como SAFER SK-64, sendo 64 o número bits padrão da criptografia desenvolvida por James Massey. Posterior a sua origem, foram projetadas novas versões de 40 e 128 bits.

7. Blowfish

O código de criptografia Blowfish é comparado ao Data Encryption Standart que, como vimos acima, trata-se de uma criptografia frágil a força bruta. Esta criptografia possui uma cadeia de Feistel com tamanho de 64 bits. Da mesma forma que substitui o código DES, o Blowfish também trabalha em substituição ao IDEA.

8. IDEA

Com sua origem no começo dos anos 90, o Internacional Encryption Algorithm foi desenvolvido pelo mesmo criador da SAFER, James Massey. Este algoritmo utiliza blocos com chaves de 128 bits e organização semelhante ao código de criptografia Data Encryption Standart.

9. Twofish

Essa é uma derivação do Blowfish e a diferença é que o número de chaves deste código chega a 256 bits. Mas o que exatamente esse número significa? De forma resumida, a quantidade revela a rapidez que o Twofish trabalha. Outra evolução ainda surge em sequência, a Threefish, chegando a nada mais, nada menos, que 1024 bits.

10. Camellia

Camellia é uma cifra Feistel moderna parecida com a AES e, assim como o código anterior, opera com blocos de 128, 192 e 256, assim como 18 rodadas ou 24 rodadas. Além de ser uma cifra moderna, Camellia está nessa lista pelo seu alto nível de segurança. Nem mesmo a força bruta é capaz de adentrar ao sistema.

Criptografia na prática

De uma forma mais simplificada, a criptografia é uma rede de algoritmos matemáticos que codificam as informações pessoais que só os próprios usuários e destinatários podem acessar. Isso impede que os dados sejam fraudados e permite que possamos inserir nossa identificação sem que haja possibilidade de acesso de outrem.

Na prática, a criptografia age junto as atividades de segurança tecnológica para assegurar nossas atividades rotineiras na internet. Para além de acessos a contas bancárias, a não-criptografia significa a permissão de outras pessoas acessarem até as informações mais intimistas, como endereços residenciais.

Por sorte, o avanço é garantido e atualmente podemos fazer compras online e assinaturas eletrônicas sem que nossa identificação seja vazada. E agora que você sabe quais são os principais tipos de códigos de criptografia, o que mais você quer saber sobre o assunto?

Ah! Não se esqueça de conferir nossas outras publicações sobre o mundo da tecnologia e fique por dentro das principais dicas e informações sobre o assunto.

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