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Fluxonomia 4D

Mesa com diversos dispositivos móveis representando a Fluxonomia 4D
Tecnologia

Fluxonomia 4D

Para entender o conceito de Fluxonomia 4D é importante perceber que o ser humano vive em constante transformação. Muda de opiniões, ideias e planos frequentemente. Como esperar que esse comportamento não mude igualmente com a tecnologia? O mundo está passando talvez pela sua maior e mais frenética transição. A internet, os mercados e os negócios giram numa rotatividade cada vez maior. 

A fluxonomia 4D, em si, fala muito sobre essa questão. A criadora desse conceito, Lala Deheinzelin, acredita que equiparando as redes com a vida real, as coisas acontecem de forma muito mais instantânea e exponencial. O grande desafio é justamente lidar com esse avanço desenfreado. Por conta do fluxo frequente das coisas, é necessário pensar a longo prazo, prever possíveis ajustes e reinvenções no mercado. 

Nesse cenário, Lala Deheinzelin transcende os parâmetros dos negócios estritamente focados em lucratividades e resultados. Segundo ela, para se chegar nesse nível de retorno profissional, é necessário integrar todo o ecossistema corporativo e desenvolver ações seguidas de consequências claras e previsíveis. O resultado é toda a programação do seu negócio sendo bem sucedida. Mas quais ações você irá adotar para chegar até lá? Quais fatores e qual filosofia vão sustentar sua proposta nessa maré de competitividade? 

De forma mais simples, a Fluxonomia 4D abrange não somente a remuneração de todo o programa traçado por sua empresa. O coletivo determina grande parte dos resultados, porque implica diretamente na forma que sua marca será vista pelo consumidor e por seus funcionários. Portanto, a economia não se baseia exclusivamente em racionar gastos, estratégia de vendas ou mudança da gerência. Ela diz muito sobre a forma com que você trabalha, as pessoas que estão envolvidas nesse processo, sua estrutura e suas filosofias no mercado. 

A fluxonomia 4D na prática

Um dos exemplos mais claros dados por Lola, é o Wikipedia. O sistema compõe uma rede que consiste na economia criativa (conhecimento de cada usuário), na compartilhada (o próprio computador) e a colaborativa (ações desenvolvidas em conjunto). 

Portanto, nesse viés prático da fluxonomia atrelada à tecnologia, seus benefícios prometem flexibilizar ao máximo toda a rotina funcional do seu site. Com ela, é possível compartilhar integralmente a infraestrutura, bem como utilizar aparelhos móveis para administração geral. Além disso, Lala enfatiza que a melhor aposta para o sucesso, é a comunicação. “Empreendimentos bem sucedidos dedicam 40% a 50% do tempo em processos de comunicação”, afirma a autora.

Dessa maneira, destacam-se quatro eixos que convergem no ecossistema da fluxonomia. Esses eixos podem ser definidos como: 

Economia criativa 

  • Intangível, ou seja, que não se toca nem consome. Relaciona-se com o idealismo, a cultura a partir da experiência da comunidade investida no projeto. É todo o insumo que sua empresa receberá para ser construída e desenvolver a própria identidade. 

Economia compartilhada 

  • Diz respeito a toda infraestrutura usada e à distribuição dos espaços e materiais, desenvolvendo um ambiente corporativo flexível e sustentável. É esse fluxo econômico que utiliza a tecnologia de APIs para integrar um sistema em outro. Além de enriquecer a conectividade de todas as formas. 

Economia colaborativa 

  • Ideias, iniciativas e gestão diversificada, potencializando o insumo do projeto em questão. É a partir daqui que o seu negócio ganha apoio de segmentos que se identificam com sua economia criativa. 

Economia multivalor 

  • Conjunto de resultados lucrativos ou não, que permeiam por todas as dimensões da fluxonomia, desde sua idealização até a monetização. É o valor bruto que sua empresa move, sem priorizar exatamente só a lucratividade. Sendo apenas um dos fluxos do ecossistema, o multivalor por si só nunca garantirá o desempenho de todos os outros setores corporativos. 

Um pouco mais sobre Fluxonomia 4D

Nesse contexto, a fluxonomia 4D funciona como uma série de acontecimentos que derivam em outros. Primeiro a filosofia por trás do negócio, resultando na conectividade dessas ideologias, que resulta na teia de novas ideias. Aí aparece o eixo do material, da lucratividade, da análise de gastos e ganhos. 

Assim, a filosofia das quatro demandas do fluxo prioriza, acima de tudo, uma integração total de vendas, negócios e praticidade. Esse tipo de atrelamento de ferramentas tecnológicas, não visam apenas o retorno financeiro. Pelo contrário, expandir o potencial de suas plataformas torna-se cada vez mais necessário para evitar a estagnação. Conferir proximidade entre consumidor e empresa, ultimamente vem sendo a melhor aposta para o mundo corporativo.  

Nesse formato, a fluxonomia 4D existe principalmente para lembrar ao mercado que o fator que sustenta cada campo, não é apenas a monetização. Atualmente é necessário expandir os horizontes e ter ciência de que todo o ecossistema de uma empresa é um tipo de economia. Esse estilo de pensamento permite desenvolver a logística e prever mais melhor todas as tendências.

A cultura das economias do futuro

Em um Ted Talk em que Lala Deheinzelin participa, ela discorre um pouco sobre a cultura atual que a sociedade se baseia. Segundo ela, os recursos para o sucesso são infinitos! Porém a esfera mercadológica sempre pena ao priorizar o material e a escassez. Defende que acostumou-se a medir desempenho pelas coisas físicas, dispensando potenciais dialéticos e intangíveis; o que dificulta a evolução ideológica de projetos. 

Outro ponto de vista que ela apresentou, é que essa maneira de encarar os fatos modela toda a experiência. Antes de focar no que não se pode ver, a maioria dos empresários gastam energia com o que falta no seu negócio. Por conta disso, Lala explica que expandir a mente para novas possibilidades, não é apenas investir no sucesso do próprio projeto, é exercitar uma nova cultura para se adaptar à era tecnológica. As coisas nas redes são muito idealizadas: sem ir mentalmente além, não é possível acompanhar todas as variantes. 

Para equiparar essa questão a um exemplo, Lala diz que é como se fosse jogar uma pedra no ar, e em seguida um pássaro. A pedra, em teoria, pode ser previsível tramitar onde ela cairá. Já o pássaro ao ser lançado, não se pode ter certeza do que ele fará a seguir. Ela usa essa alusão ao pássaro para comparar com as próprias tendências da internet. De forma tão livre e imprevisível, torna-se difícil acompanhar suas mudanças, reformulações e tendências. A fluxonomia ajuda nessa gestão.

A Clicksign e a Fluxonomia 4D

Como a Clicksign adora perseguir todas as tendências da tecnologia, a fluxonomia não seria diferente. Usando as famosas APIs, a plataforma de assinatura eletrônica consegue integrar suas funções às ferramentas das plataformas de seus clientes. Esse processo corresponde ao segundo fluxo da economia: compartilhada. Permite que várias pessoas que fazem parte dessa gestão, tenham acesso às ferramentas em uma só plataforma, de onde estiverem. Dessa maneira, sua plataforma passa a exercer função integral quando se trata de receptividade, gestão, praticidade e eficiência.

Um dos parceiros que a Clicksign ganhou, a partir dessa experiência, foi a CRMThink, que integrou sua plataforma Bitrix24 à Clicksign. É diante desse aspecto que a CRMThink declara estar desenvolvendo sua inteligência de vendas: conciliando todas as necessidades de consumidores e gestores que participam da plataforma Bitrix24, com uma nova tecnologia ampla e poderosa.

Visando uma otimização interna, a CRMThink reconheceu a importância de estar sempre atenta à rotina diária. É necessário sempre preferir que setores internos cresçam conjuntamente com a eficiência de vendas e compreensão gestacional. 

A integração Clicksign e CRMThink

Além disso, essa integração foi feita a partir da necessidade de acompanhar as tendências. Percebendo que a assinatura eletrônica de forma muito simples proporciona um grande rendimento nos trâmites de outras empresas, tornou-se um objetivo ampliar o próprio negócio. As inúmeras vantagens que essa integração consolida, gira em torno da facilidade de fechar os negócios, instantaneidade, maior gerenciamento desses processos e a infraestrutura compartilhada.  

Desse modo, a empresa poderá se desenvolver interna e externamente, capacitada para receber clientes no ramo virtual. Esse tipo de parceria promove sobretudo uma programação personalizada de acordo com suas necessidades, potencializando a experiência de ambas as partes. Vale salientar também que com essa gerência específica, fica muito mais fácil ter uma visão ampla de todos os passos tomados. Esse fator ajuda no planejamento a longo prazo e na previsão de possíveis detalhes que pedem atenção.

Assim, a Clicksign acredita na assertividade da Fluxonomia 4D. Uma empresa desprovida de suas demais ocupações, torna-se cada vez mais obsoleta quando equiparada à modernidade. É imprescindível expandir, mudar constantemente, reformular planos e metas de acordo com a natureza mutável das coisas. Um projeto programado para durar cinco anos, precisará passar por turbulências das quais pode ou não prever; e se for preciso desmontar esse projeto do zero para montá-lo de novo e cumprir as metas. 

Webinar sobre inteligência de vendas

Assim, se você quer ouvir mais sobre inteligência de vendas, a Clicksign e a CRMThink têm um convite para você! No dia 11 de fevereiro de 2021 (quinta-feira), às 18h30, vai acontecer uma conversa entre o CEO da CRMThink, Romualdo Silva, e a Clicksign. O evento será no canal da Clicksign no Youtube e vai ser possível conhecer um pouco mais sobre a integração entre a plataforma Bitrix24 e a assinatura eletrônica. Esperamos todos por você. Afinal, a Clicksign quer estar cada vez mais perto, há apenas um click de distância. 

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