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Novo normal: Qual o real impacto na vida das pessoas?

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Negócios / Tecnologia

Novo normal: Qual o real impacto na vida das pessoas?

Como será o novo normal? Como vai ficar o mundo após a pandemia de COVID-19?
Estas, são perguntas que só o tempo poderá responder. Mas com base no que se é visto nas mudanças que ocorreram durante o distanciamento social de 2020, podemos reformular essas questões e perguntar: esse será o novo normal para quem?

Muitas pessoas estão reavaliando a forma de viver, dando mais valor para pequenas coisas, como um abraço, um aperto de mão, um beijo no avô, na avó, ou simplesmente conversar com o vizinho. Mas valorizar tudo isso não deveria ser o normal, independente de ser novo ou velho? 

A verdade é que o novo normal não é tão novo assim para diversos setores, como trabalho, higiene, consumo. 

É sobre isso que vamos falar neste artigo, sobre como o futuro já existia para alguns enquanto outros viviam no passado.  

No trabalho

Não se pode falar de novo normal no trabalho, sem citar a transformação digital. Mas essa revolução tecnológica já vinha ocorrendo há pelo menos 5 anos e era adotada de forma irrelevante por muitas empresas. Poucos davam o devido valor para as inúmeras ferramentas digitais que existiam e que hoje são usadas quase que diariamente por grandes e pequenas companhias. 

Mas essas empresas foram surpreendidas. O que não aconteceu com a Clicksign. Nós, já fazíamos do home office uma prática comum, já utilizávamos inúmeras ferramentas digitais em nossos processos, já tínhamos funcionários trabalhando à distância, inclusive em cidades e Estados diferentes. Não foi difícil nos adaptar ao distanciamento social. 

O novo normal não foi uma surpresa para a Clicksign. Nossos produtos, inclusive, ajudam diversas outras companhias a trabalhar sem precisar de um elo físico entre as pessoas.

Diversas empresas descobriram que seus funcionários são capazes de produzir mesmo fora do escritório. O distanciamento social serviu para impulsionar essa tendência de trabalho remoto em algumas companhias. Elas descobriram, inclusive, que os profissionais podem ser até mais produtivos trabalhando de suas residências.

O que ajuda muito o trabalho de casa é a digitalização dos processos corporativos. Hoje, existem inúmeros aplicativos e softwares que podem ser utilizados para suprir as necessidades de um escritório residencial. Trata-se da digitalização dos negócios.

Soluções digitais para esse momento

Com o avanço da internet novas soluções foram criadas para a gestão de uma empresa. É possível encontrar inovações em praticamente todas as áreas de uma companhia, do marketing ao RH.

Sistemas de gerenciamento de clientes, também conhecidos como CRMs, podem ser utilizados de qualquer local com acesso à internet. Através deles, se tem informações muito mais completas sobre o comportamento de cada consumidor dos produtos da empresa.

Outra solução para o trabalho remoto são as plataformas de gerenciamento de contratos, como o Fluxia. Essas ferramentas permitem que se automatize a forma de lidar com os contratos em uma corporação. É tudo online, desde a criação do documento e seu preenchimento nos campos variáveis, até sua assinatura (que é eletrônica) e seu armazenamento na nuvem.

Existem aplicativos, também, especializados em comunicação online. Assim, não é preciso mais que se esteja presencialmente em uma reunião, já que ela pode ser feita à distância.

O novo normal, portanto, é o trabalho “full time”. Não que o profissional passe todo o seu tempo trabalhando, mas ele poderá escolher as horas em que vai exercer suas atividades, sendo que para isso, ele pode escolher qualquer período do dia ou da noite.

Trata-se de uma nova mentalidade. E quem ganha não é só o funcionário por ter mais liberdade. Esse tipo de trabalho é muito mais lucrativo para as empresas, também. Pense, com menos pessoas no escritório, há menos gastos com luz, eletricidade, água, cafés, limpeza. Além disso, não é mais preciso que se pague aluguéis de salas enormes para muitos colaboradores. O gasto da empresa com o escritório pode se resumir à locação de uma sala de reuniões por um período determinado.

Novas competências profissionais, como a de gestão de equipes à distância, vão se tornar parte do currículo dos principais cursos de MBA e um requisito fundamental que as empresas vão procurar nos profissionais contratados.      

A higiene

Os protocolos de higiene são outros exemplos de como o novo normal já estava presente e muitas pessoas não o praticavam. Lavar as mãos constantemente é um hábito que se aprende a fazer desde criança. Porém, por algum motivo muitas pessoas não o faziam. Agora, a tendência é de novos e velhos estabelecimentos terem uma pia à disposição dos clientes para que se asseiem assim que chegarem de outros lugares.

O álcool em gel é outro item que será praticamente obrigatório na rotina das pessoas. Cada indivíduo deverá carregar o seu. As empresas, entretanto, também deixarão disponíveis esse produto para que assim que seus funcionários chegarem da rua limpem suas mãos.

O hábito das pessoas ao chegar em casa deve ser alterado. Uma prática que deverá ser cada vez mais comum é a de retirar os sapatos antes de entrar na residência, um hábito que faz parte da vida da população de países como Alemanha e Japão, por exemplo. Com isso, milhares de micro-organismos que permanecem nas solas dos calçados não vão ser carregados para dentro das casas. Trocar de roupas e tomar banhos, rotinas comuns aos brasileiros, serão intensificadas no mundo pós COVID-19.  

O novo normal na educação

Uma das maiores preocupações sobre como a pandemia iria alterar o cotidiano da sociedade foi a da rotina escolar. Muitos se indagaram sobre como fazer para que as crianças não perdessem os estudos.

O resultado desses meses de isolamento social para o ensino foi o de muitas descobertas e inovações. Não raro, as escolas tiveram que se reinventar. Professores – verdadeiros imperadores nas salas de aula físicas – descobriram-se novamente alunos. Pois tiveram que reaprender como ensinar.

As escolas mais abastadas utilizaram de modernos artifícios tecnológicos para se manterem ativas. Os alunos aprendem via internet, dentro de uma sala de aula virtual. E cada um interage com todos ao mesmo tempo.

Já as escolas com menos recursos ainda puderam usar de uma antiga, porém, boa ferramenta de comunicação. A televisão. É o caso dos colégios públicos que utilizam de alguns canais da TV digital para transmitir o conteúdo que os alunos têm que receber.

De um jeito ou de outro. O que podemos perceber é que o novo normal para a educação é um aprendizado à distância cada vez mais frequente. Assim, aulas online ou com a utilização de jogos virtuais serão uma tendência para o futuro.    

O novo normal no turismo

O que se viu nesse período de distanciamento social foi o da diminuição drástica de voos e viagens, sejam nacionais ou internacionais. As companhias aéreas sofreram muito com a pandemia. Os aeroportos se transformaram em verdadeiros desertos.

Mas no mundo pós COVID-19 as viagens não deixarão de existir. A tendência é que se transforme o modo de como elas serão feitas. Algo como ocorreu depois do 11 de setembro. Novos protocolos de segurança serão adotados e o modo como os passageiros vão se comportar nos aviões ou ônibus de turismo será muito diferente.

As companhias aéreas terão que adaptar seus aviões para passageiros e tripulação terem melhores condições de higiene, com mais desinfetantes, uma maior filtragem do ar e melhor distribuição dos assentos, para se manter um maior distanciamento físico entre os viajantes. Sem se esquecer, é claro, da obrigatoriedade do uso da máscara.

O novo normal do consumo 

Desde o início do novo milênio, uma tendência no comportamento do consumidor vem se solidificando, o de fazer compras pela internet. Mas o que se viu nesse período de pandemia é uma acentuação desse novo meio de comércio.

O novo normal, a partir de 2020, é que as compras online sejam cada vez mais frequentes. São inúmeros os produtos que podem ser adquiridos via web, principalmente porque se popularizaram os serviços de entrega. Não se tem a necessidade de sair de casa para fazer compras.

Esse é um dos motivos da famosa crise das livrarias, em que as gigantes do mercado de livros no Brasil estão tendo que fechar as portas de diversas lojas. Não à toa, esse mesmo mercado, pela internet, viu a ascensão de uma das maiores companhias do novo milênio, a Amazon.

O novo normal é um mundo em que as pessoas darão mais valor para pequenas coisas, como por exemplo, passar mais tempo com os filhos, cônjuges, pais e avós. A vida em família, com mais tempo dentro de casa e menos perda de tempo em transportes ou congestionamento de veículos em vias públicas, será um benefício procurado quando as pessoas forem escolher o lugar em que forem trabalhar ou estudar.

Portanto, o novo normal é o aceleramento do futuro em nossas vidas. Tendências que estavam se solidificando aos poucos, chegaram como uma revolução no cotidiano da população. Apenas aqueles que estavam preparados é que conseguiram se adaptar sem sofrer grandes mudanças. Para os outros, a revolução foi um pouco mais sofrida e trabalhosa na vida das pessoas e das empresas. Mas independente de quem, o mundo saíra de tudo isso muito diferente.  

Esse é o novo normal. O presente face a face com o futuro, sem vez para o passado. 

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