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A retomada da educação e a influência da tecnologia

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A retomada da educação e a influência da tecnologia

A retomada da educação após a quarentena obrigatória é uma das maiores preocupações da sociedade. 

O ano de 2020 está sendo um divisor de águas no setor educacional. Muitas escolas fecharam, outras tiveram que se reinventar, já outras estavam tão bem adaptadas com a tecnologia que não foram muito afetadas pela crise imposta pela Pandemia de COVID-19 (pelo menos não tanto como algumas instituições). 

Um fator, entretanto, permeia todas essas situações: como as escolas lidavam ou passaram a lidar com a revolução tecnológica. Pois as ferramentas para a educação 4.0 já estavam aí, mas nem todas as instituições faziam uso delas. De acordo com o professor Francisco Tupy, Doutor pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, ferramentas como Zoom, Google Meet, Skype e salas do Facebook já existiam antes da Pandemia e com a crise elas passaram a ser usadas no ambiente escolar. 

“Em determinados pontos, a educação, e principalmente a educação básica, escolar, tradicional, não costuma encampar as mudanças. Por uma série de questões políticas, sociais, econômicas, tradicionais, ela [a educação básica] tem uma resistência, tem uma demora. Mas com a necessidade ela muda”, afirma, Francisco Tupy.

E de fato, ela mudou, ou melhor, foi forçada a mudar. As escolas que não se adaptaram à nova realidade, se não fecharam podem estar com o fim próximo. As alternativas para lidar com essa situação, totalmente inesperada e imprevisível, a qual nos vimos obrigados a enfrentar, embora passassem pela tecnologia já não eram tão novas assim.“A educação já estava buscando rever suas práticas em função daquilo que a tecnologia poderia proporcionar. Basicamente a tecnologia vai oferecer uma otimização, uma melhora de processos. Inicialmente uma redução de custos e posteriormente um aumento dos benefícios, resultados e privilégios”, diz o professor. 

A tecnologia na educação não está restrita às salas de aula

Trabalhar com tecnologia na educação, porém, não é algo restrito às formas de dar aulas. Mais do que isso, o ensino da tecnologia se faz para se criar cidadania. “A educação tecnológica vai ter essa finalidade, seja de lidar com a informação ou seja para compreender a própria tecnologia, tal como metodologias como programação, robótica, arte digital e também a relação do entendimento e do protagonismo frente aos meios de produção e à sociedade de um modo ético, correto” reflete, Francisco Tupy.

Já há algum tempo falamos sobre tecnologia na educação

Não é de hoje que este blog aborda a utilização da tecnologia na educação. Sabemos, portanto, que educar para o século XXI é utilizar métodos novos e totalmente contemporâneos ao momento em que o mundo passa. Com isso, possibilitando com que crianças, jovens ou adultos tenham acesso a conhecimentos que sem a tecnologia seriam praticamente inviáveis, pelo menos para a maior parte da população. 

Assim, técnicas, como óculos de realidade virtual, são capazes de promover visitas a museus do mundo todo sem que, para isso, se precise se deslocar do ambiente escolar. Por outro lado, alunos, hoje, são capazes de construir sistemas complexos de robótica e, com impressoras 3D, produzir objetos como próteses ou máscaras para diminuir o risco de profissionais de saúde se contaminarem com o coronavírus. 

A retomada da educação com tecnologia para a gestão escolar

Mas, para as escolas se reinventarem, precisarão adotar a tecnologia em muitas outras áreas de seu funcionamento. Um exemplo disso, é que a gestão não pode ser mais analógica. É preciso seguir o exemplo de outras empresas e modernizar a administração escolar. Sistemas como um CRM são essenciais para as atividades empresariais, e não são menos para as escolas. 

Utilizar as redes sociais para se aproximar da comunidade em que a instituição está inserida é, também, uma técnica muito eficaz de marketing digital, já adotada por muitas escolas. As redes sociais, porém, vão até além do marketing, pois, faz parte da educação ensinar às crianças como se comportar nesses ambientes. “Do mesmo modo que você tem uma cidadania, você vai ter uma cidadania digital… [a criança] vai ter elementos que precisa entender sobre como a sociedade funciona para poder interagir de modo são e de modo correto e bem posicionado em relação à ela”, afirma Tupy.

O desafio que é ter os contratos de matrículas preenchidos

As escolas vão precisar, também, facilitar o modo como é feito as matrículas dos alunos. Uma situação repetida por muitas instituições de ensino que são clientes da Clicksign, é a de que antes de utilizarem o Fluxia, o módulo de automação da Clicksign para otimizar a gestão de contratos, os pais levavam os contratos de matrícula de seus filhos para casa e, devido à rotina do dia a dia, demoravam muito para entregá-los assinados de volta para a escola. 

Com o Fluxia, resolveu-se esse desafio. Os contratos são preenchidos e assinados eletronicamente, de qualquer lugar em que os pais de alunos possam acessar a internet. Isso pode ser feito inclusive do smartphone através do WhatsApp. É uma solução totalmente tecnológica e acessível para suprir um desafio prático da rotina da administração escolar. 

Portanto, a tecnologia vai estar cada vez mais presente no ambiente escolar. E mesmo quando a quarentena acabar, as lições aprendidas com ela vão continuar. 

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