A conversa como ponto de partida: Clicksign estreia o podcast "Conversa Assinada"

A conversa como ponto de partida: Clicksign estreia o podcast "Conversa Assinada"

Publicado em:
02
/
09
/
2026

Toda transformação estratégica começa no diálogo. 

Antes dos termos formais, das assinaturas e das implementações operacionais, é na troca de ideias que se estabelecem as alianças, se mapeiam os riscos e se constrói o ativo mais valioso do ambiente corporativo: a confiança.

Em um ecossistema dinâmico e impactado por transformações tecnológicas aceleradas, a capacidade de pausar para debater com profundidade tornou-se uma exigência de liderança. 

Com essa premissa, a Clicksign lança o podcast Conversa Assinada.

Disponível em formatos de áudio e vídeo nas principais plataformas digitais, o programa aborda tópicos cruciais para a gestão contemporânea, incluindo gestão de negócios, tecnologia, inteligência artificial, segurança da informação e eficiência operacional, conectando líderes a análises estruturadas sobre o futuro dos negócios.

Estrutura operacional e reputação na era dos Agentes de IA

O episódio de estreia, no ar desde 01 de setembro, aborda o avanço dos agentes de inteligência artificial e a integração dessas arquiteturas nos fluxos corporativos. 

Reunimos duas perspectivas estratégicas do mercado:  

  • Leandro Bornacki, VP de Comunicação Corporativa da AND,ALL, especialista na gestão de reputação institucional e comunicação de riscos.  
  • Gustavo Torrente, Head de B2B e professor da FIAP, focado na formação de lideranças e no impacto das novas tecnologias no ambiente de trabalho.  

Com objetivo de investigar como a automação de processos complexos altera a relação entre a execução técnica, o julgamento humano e a preservação do valor das marcas. 

O cenário de adoção da IA no mercado brasileiro

O avanço da inteligência artificial no ambiente de negócios reflete uma mudança acelerada na infraestrutura operacional das empresas. 

Dados da Pesquisa de Inovação Semestral (Pintec) do IBGE indicam que o uso de ferramentas de IA por empresas de médio e grande porte no Brasil cresceu de 16,9% para 41,9%. 

Ao mesmo tempo, um levantamento da PwC revela que 71% dos profissionais brasileiros afirmam utilizar IA diariamente em suas rotinas de trabalho, índice superior à média global de 54%.

Embora os índices de adoção indiquem uma rápida incorporação da ferramenta no cotidiano produtivo, o principal desafio das organizações deslocou-se do acesso à tecnologia para a capacidade de gestão dos fluxos automatizados. A proliferação de tarefas executadas por sistemas algorítmicos exige revisão contínua de processos internos, governança de dados e supervisão humana direta.

Análise dos especialistas: repertório individual e preservação do ativo de confiança

Durante o episódio, os convidados analisaram os desdobramentos operacionais dessa expansão tecnológica. 

Com o acesso generalizado a ferramentas de automação, a diferenciação entre empresas e profissionais deixa de ser pautada pela capacidade de execução básica e passa a depender do contexto e da capacidade crítica aplicada.

Gustavo Torrente ressalta que a popularização da tecnologia padronizou as entregas operacionais no mercado:

"O uso da inteligência artificial no nosso dia a dia virou commodity. Toda empresa tem, todo mundo tem acesso às mesmas ferramentas e informações. O que muda na vida do profissional é o repertório dele, é o know-how, é o que ele vai fazer com aquilo e como ele está se empoderando do uso dessas ferramentas. A ferramenta é meio." 

Do ponto de vista institucional, a implementação de sistemas autônomos sem o devido alinhamento aos processos de governança pode expor as marcas a falhas operacionais e de comunicação. Leandro Bornacki destaca a centralidade do fator humano na proteção dos ativos intangíveis da empresa:

"Se a marca simplesmente emprega IA sem esse cuidado, que são os mesmos cuidados que a gente precisa ter de fazer escolhas acertadas, você vai ter um problema de comunicação, você vai ter um problema de confiança. E talvez um dos ativos mais preciosos que as marcas têm, as organizações e os líderes têm na mão é a confiança, é a reputação."

A discussão encerra apontando que os ganhos de produtividade e retorno sobre investimento dependem da reestruturação consciente dos processos internos, reservando aos profissionais humanos a análise estratégica, o julgamento de contexto e a tomada de decisão.

Onde acompanhar o podcast da Clicksign? 

O episódio de estreia do Conversa Assinada já está disponível na íntegra:

Perguntas frequentes

O que é o podcast "Conversa Assinada"?

O Conversa Assinada é o novo podcast lançado pela Clicksign. O programa aborda tópicos cruciais para a gestão contemporânea, conectando líderes a análises profundas e estruturadas sobre o futuro dos negócios.

Quais temas são abordados no podcast?

O programa discute assuntos essenciais para a eficiência e liderança corporativa, tais como:

  • Gestão de negócios
  • Automação de processos
  • Inteligência Artificial (IA)
  • Governança de dados
  • Segurança da informação
  • Eficiência operacional
Qual é o tema e o foco do episódio de estreia?

O primeiro episódio aborda o avanço dos agentes de inteligência artificial e sua integração nos fluxos corporativos. O objetivo é investigar como a automação de processos complexos afeta a execução técnica, o julgamento humano e a preservação do valor e reputação das marcas.

Quem são os convidados do episódio de estreia?

O episódio reúne dois especialistas do mercado:

  • Leandro Bornacki: VP de Comunicação Corporativa da AND,ALL, especialista em gestão de reputação institucional e comunicação de riscos.
  • Gustavo Torrente: Head de B2B e professor da FIAP, focado na formação de lideranças e no impacto das novas tecnologias no trabalho.

O que os dados indicam sobre a adoção da Inteligência Artificial no Brasil?

O cenário mostra um crescimento acelerado:

  • Pesquisa Pintec/IBGE: O uso de IA por empresas brasileiras de médio e grande porte saltou de 16,9% para 41,9%.
  • Pesquisa PwC: 71% dos profissionais brasileiros usam IA diariamente em sua rotina de trabalho (superando a média global de 54%).