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A tecnologia no mercado imobiliário: como facilitar a formalização de contratos?

Visao vertical de prédios em um centro urbano
Negócios / Tecnologia

A tecnologia no mercado imobiliário: como facilitar a formalização de contratos?

O mercado imobiliário é um importante nicho setorial que movimenta muito dinheiro no Brasil. Porém, infelizmente, com a crise provocada pelo Corona vírus, esse segmento entrou em um “ponto morto”. Contratos de aluguel foram renegociados, houve uma drástica redução na compra de imóveis e os lançamentos de novos empreendimentos caiu muito. 

Ainda assim, esse setor não deixou de ser importante para a economia como um todo. Comprar ou alugar um imóvel faz parte do planejamento de muitas pessoas solteiras ou de casais que decidem construir uma vida em comum, saindo das casas de seus familiares. E para isso, não importa se a nova residência é um imóvel recém lançado ou se já teve outros donos.

Para ajudar as pessoas que desejam um novo lugar para morar existem as imobiliárias, empresas especializadas em imóveis, seja para vendê-los ou alugá-los. O trabalho exercido por essas companhias inclui a avaliação de terrenos e edificações, precificação deles, suas vendas ou locações e a criação de contratos jurídicos para validar as transações. 

Mas engana-se quem pensa que esse trabalho se resume ao papel do corretor, que apresenta um imóvel para os interessados no lugar. Não. Apesar de isso ser ainda muito comum, o serviço prestado pelas imobiliárias está cada vez mais moderno e atualizado com as expectativas do comportamento de consumo completamente digitais. 

A Revolução Digital no mercado imobiliário

É normal, por exemplo, que o primeiro contato de um cliente com essas empresas se dê pela internet. Muitas imobiliárias colocam em seus endereços online fotos e vídeos dos imóveis disponíveis. Assim, os clientes quando procuram pelos serviços delas já têm uma ideia do que vão encontrar.

Mas a revolução digital para essas empresas não parou por aí. Com a tecnologia tornou-se possível que um futuro comprador ou locatário só precise de uma visita ao imóvel para que feche negócio. Não há a necessidade de comparecer à imobiliária uma, duas ou três vezes.

Após a visita, a comunicação com o cliente pode ser feita toda através de aplicativos de comunicação e meios eletrônicos, como o WhatsApp, por exemplo. O contrato pode ser enviado ao e-mail do comprador e assinado eletronicamente. Nenhuma folha de papel precisa ser impressa. Nenhuma movimentação para o escritório da imobiliária ou para um cartório, por parte dos compradores ou locatários, é necessária.

A renovação de contratos de aluguel é, também, um exemplo de como a assinatura eletrônica ajuda nos procedimentos dessas empresas. Basta acessar o e-mail. Nada mais.

Você sabia que um contrato assinado eletronicamente não pode ser adulterado?

Sim, é isso mesmo. Um contrato de aluguel que recebeu uma assinatura eletrônica permanece intacto do jeito que foi assinado. Ele é protegido por criptografia, que usa algoritmos de última tecnologia para manter a sua integridade e sigilo. Depois que todos os signatários o assinarem, esse documento fica armazenado na nuvem e disponível na plataforma.

A gestão de contratos

Para fazer a gestão de contratos, desde sua criação até seu processo final, existem ferramentas muito úteis, também. Uma delas é o Fluxia, uma plataforma de otimização de contratos em que as empresas criam um formulário e o enviam para que os clientes preencham os campos variáveis, criando assim o documento. Depois esse contrato é enviado por e-mail ou WhatsApp, ao cliente, que o assina eletronicamente. Como última etapa da otimização do processo contratual, a plataforma armazena esse documento, mantendo sua integridade e sigilo.

É a tecnologia facilitando a venda, troca ou aluguel, no mercado imobiliário.

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