Autenticação por Pix: a Clicksign saiu na frente

Autenticação por Pix: a Clicksign saiu na frente

Publicado em:
10
/
05
/
2021

Em novembro de 2020, a tecnologia deu mais um passo à frente. O Pix, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, ganhou popularidade notável em pouco tempo. Praticamente todas as instituições, aplicativos e estabelecimentos brasileiros oferecem a opção como forma de pagamento. 

Baseando-se nisso, a Clicksign trouxe o Pix como uma das opções para autenticação da assinatura eletrônica! Mais uma vez, pioneira em soluções tecnológicas no Brasil, agora a plataforma oferece novas possibilidades para o mundo dos negócios.

Com pioneirismo, a autenticação por Pix surge como uma alternativa de modernizar e trazer maior segurança à autenticidade contratual. 

Desde o lançamento, o propósito do Pix foi o de impulsionar a velocidade em que pagamentos e transferências são realizados ou recebidos, aumentando a praticidade tecnológica das ferramentas disponibilizadas para pagamento. 

Como consequência, o Pix tornou-se muito mais que um meio de pagamento. De tão disruptivo e versátil, hoje é muito fácil ver essa tecnologia se expandir e atingir novas e diferentes propostas. 

Dessa forma, a popularidade investida nessa ferramenta estimula cada vez mais a digitalização do mercado, do ponto de vista financeiro, social e cultural. 

De que maneira? Como o Pix pode ser usado como validador de dados? Por que essa proposta é tão inovadora? Além disso, por que ele poderia vir a ser uma verdadeira identidade eletrônica? Nesse artigo, vamos abordar esses assuntos!  

A inovação do Pix

Com o lançamento do Pix, a Clicksign viu a grande oportunidade de, ao pé da letra, juntar o útil ao agradável. Pioneira na autenticação por Pix, acredita que a segurança da informação pode ser tão prática quanto funcional.

É revolucionário simplificar processos por intermédio de soluções acessíveis e inclusivas – sobretudo aquelas que promovem mudanças genuínas. Saber que sempre há um futuro novo é o que nos norteia diariamente.

A tecnologia também é assim. Em um mundo de constantes reformulações, novos códigos, insights e soluções criativas, era de se esperar: o ramo financeiro também passaria por atualizações para acompanhar as tendências. Aos poucos, o virtual se torna uma verdadeira rede inteligente de dados; um ambiente de conectividade e recursos praticamente infinitos.

Nesse contexto, a matéria deste ano do G1, PIX pode virar um tipo de ‘identidade digital’ no futuro, diz o presidente do BC, discorre sobre um novo tipo de “identidade digital”. Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos, a intenção era “abrir espaço para novos modelos de negócios.”

O entusiasmo do Banco Central quanto ao Pix

O discurso do presidente do Bacen mostra um cenário favorável para o surgimento de novos negócios.

”Vemos hoje uma convergência entre mensagens de texto, que as pessoas para se comunicar, e conteúdo – as pessoas olham para os conteúdos que querem, com pagamentos. No Brasil, nós temos um crescimento grande de mídia social desenvolvendo instrumentos de pagamento”, declarou Roberto Campos. 

Juntando o fluxo usual do Pix, conclui-se que esses detalhes tendem a proporções cada vez maiores. “Existe uma dinâmica de inclusão muito importante neste projeto, então eu acho que o recurso final é a ‘identidade digital das pessoas”, alega Roberto Campos.

Diante disso, o Pix funciona como banco de dados e autoafirmação identitária. Isso ocorre pelo amparo bancário validando seus quesitos básicos de reconhecimento como cidadão. 

Pensando nisso, a confiabilidade de uma autenticação contratual via Pix atinge níveis muito altos. A automação trabalha para a veracidade, dentro dos padrões regulamentares vigentes. 

A sociedade tecnológica

Mesmo em pouco tempo, o recurso Pix se tornou facilmente uma referência disruptiva. Com a era tecnológica, é cada vez mais comum presenciar operações outrora lentas e burocratizadas, agora resolvidas em poucos cliques. 

Hoje, o pagamento instantâneo já é usado por diversas empresas e gera cada vez mais negócios. “Tudo conectado com sua vida no dia a dia será ligado ao Pix, assim como os serviços do governo”, afirmou o presidente do Banco Central, em um evento patrocinado pelo Banco de Compensações Internacionais.

Essa tendência maximiza o crescimento esporádico da tecnologia de ponta. É a primeira nuance de uma sociedade capaz de se organizar além dos documentos e papéis! Áreas importantes, como o ramo mercadológico, terão o amparo da tecnologia para pluralidades infinitas. Quanto maior a informação, maiores são as investidas para deixar o meio virtual o mais seguro possível. 

Podemos observar esse crescimento exponencial a partir dos dados estatísticos disponibilizados no site do Banco Central. 

Atualmente, existem mais de 200 milhões de chaves Pix, um crescimento enorme, se considerado o pouco tempo de existência da ferramenta. Diante da popularidade, a Receita Federal e o Banco do Brasil, por exemplo, agora aceitam arrecadações via Pix. 

Nesse sentido, o Pix é uma função multifuncional que pode e deve ser difundida em inúmeras outras utilidades. Além disso, o Banco Central estuda a possibilidade de viabilizar a internacionalização da ferramenta; uma vez disponibilizado, o Pix tem potencial para flexibilizar uma rede de funcionalidades a nível global. 

A Clicksign reconhecendo o ritmo e as urgências do consumidor

Diante disso, a Clicksign reconhece o ritmo e as urgências do seu consumidor. Sobretudo observa as pautas de segurança, agora que o mundo globalizado também vive imerso em ambiente virtual. 

Se atualmente é possível carregar um banco inteiro apenas em um smartphone, resolvendo burocracias e fechando negócios, a segurança de dados precisa ser igualmente prática. 

Parte do intuito da Clicksign é justamente esse: expandir todos os horizontes possibilitados pela tecnologia e simplificar o sucesso. 

Em outras palavras, a autenticação por Pix é um lembrete de que a era tecnológica se renova a cada dia. Agora, também, é possível realizar a autenticação de uma assinatura com todo o potencial de segurança e rastreabilidade do sistema bancário. 

Mais do que uma novidades, a autenticação por Pix da Clicksign é uma evolução.

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Perguntas frequentes

Como funciona a autenticação de identidade via PIX?

O signatário realiza uma transação simbólica onde a Clicksign cruza os dados da conta bancária com as informações do contrato, garantindo uma verificação de identidade extremamente precisa.

Quais as vantagens de autenticar documentos com PIX?

Oferece um nível de segurança superior ao SMS, pois utiliza a infraestrutura de segurança dos bancos e do Banco Central para confirmar a titularidade do signatário.

A autenticação por PIX tem validade jurídica no Brasil?

Sim. Por utilizar dados bancários auditados, ela serve como uma prova robusta de autoria e integridade, em total conformidade com as normas de assinaturas eletrônicas da Clicksign.

O signatário paga alguma taxa para assinar via PIX?

Não, o processo é fluido. A Clicksign utiliza a tecnologia de iniciação de pagamento ou transferência simbólica para validar o CPF sem custos adicionais para quem assina.

Por que a autenticação via PIX é mais segura que outros métodos?

Porque exige o acesso ao aplicativo bancário com senha ou biometria do usuário, o que reduz drasticamente o risco de falsidade ideológica em comparação a métodos tradicionais.