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Design Thinking: a inovação na solução de problemas!

Imagem de um homem em frente a um notebook
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Design Thinking: a inovação na solução de problemas!

O Design Thinking surgiu como uma alternativa transformadora de olhar para os processos de uma empresa. Essa abordagem é fundamental para que os gestores sejam capazes de identificar os serviços de forma mais assertiva e que contemple a inovação. Através dessa estratégia – ou melhor, ferramenta – é possível otimizar cada parte de uma companhia.

Algumas das empresas mais bem sucedidas do planeta adotam essa abordagem, além de agora esse assunto ser tópico de aulas nas grandes universidades, como Massachussets Institute of Techonlogy (MIT), Harvard e Stanford University.

Anteriormente, falamos um pouco sobre como o visual law e o legal design impactavam de forma muito positiva quando o quesito é inovação no setor judiciário. E como ambas técnicas tem sua origem dentro do Design Thinking, é necessário estar por dentro das facilidades e táticas mais eficientes em termos de transformação e melhora de serviços, produtos e empresas de qualquer segmento

O que é Design Thinking e quais suas etapas?

Para entendermos melhor esse conceito, o que precisamos considerar, primeiramente, é que essa esse exercício é sempre voltado às pessoas. Através desse pensamento, as empresas e negócios são orientadas a pensar suas soluções com foco nos consumidores, o que acaba gerando produtos, processos internos e serviços de maior qualidade.

Quando uma organização decide realizar essa ideia, o movimento que se faz é considerar alguns pilares fundamentais, sendo eles definidos a partir das perguntas:

  • quais são os desejos e necessidades dos usuários ou clientes?
  • o que é viável do ponto de vista econômico?
  • o que se pode de fato realizar em termos de aplicabilidade real?

Atualmente, muitas equipes acabam sofrendo uma certa pressão por resultados positivos e a velocidades nem sempre alcançáveis. E esse tipo de abordagem acaba relegando as tarefas aos ambientes seguros e que não permitem erros e inovações, tornando os processos estagnados.

E a revolução proposta pelo Design Thinking é exatamente o contrário. É a evolução na maneira de pensar, com soluções que envolvem criatividade e liberdade de mudanças pautadas em carências reais e palpáveis. E essa solução de problemas acontece em etapas, nem sempre lineares, que tornam a sua aplicação muito mais equilibrada.

Tais etapas podem ser resumidas da seguinte forma:

1. Elaborar uma questão ou indagação inicial

Esse é o ponto de partida de onde surgirão as inspirações que urgem a procura de soluções criativas e inovadoras. Pois, é por meio do conhecimento das dores dos seus clientes, que o brainstorming de ideias e resoluções acontecerá.

Outro ponto muito importante dessa etapa é saber quais são as sua fragilidades e destaques da sua atuação empresarial por meio de um entendimento do seu nicho de empreendimento, com análises de benchmarking que a sua empresa deve fazer eficientemente para funcionar de acordo com o esperado.

Além, é claro, da necessidade de conhecer os índices necessários através de feedbacks internos e de mercado, através da implantação de boas práticas de business intelligence que facilitam a tomada de decisão.

2. Acumular inspiração e fruir ideias

Dar vasão à criatividade através de análises e descobertas do que seus clientes e empresa realmente precisam e querem é essencial nesse passo específico. Como resultado da primeira fase de implantação do Design Thinking, entender sobre as facilidades da transformação digital no que tange a Big Data, por exemplo são importantes.

Essa estratégia tem como objetivo apontar as oportunidades que os negócios podem usufruir em termos de mercado de forma ampla e completa.

3. Aproveitar as brechas e possibilidades de inovação

Esse é o ponto em que essa nova prática começa a se tornar mais palpável e perceptível. Visto que é a partir daqui que os processos mais hands on começam a acontecer. No entanto, o que há de se adaptar nesse momento é a mudança da postura e das fontes utilizadas nesse desenvolvimento e construção de produtos ou serviços.

Agora os dados são baseados em estudos aprofundados e integrais que consideram todas a variáveis e pavimentam o caminho para passos bem fundados e que garantem segurança aos stakeholders.

4 . Testagem de protótipos e conceitos

Com a etapa anterior concluída ou ainda em atuação, surge a oportunidade de criar-se contextos de teste onde as criações são postas à prova para de forma que as falhas e sucessos sejam identificados ainda antes de serem lançados em sua versão final.

Nesse momento, há uma boa oportunidade para que sejam identificados os pontos onde mudanças e aperfeiçoamentos devem ser feitos para que tudo seja otimizado da maneira mais assertiva. Muitas startups optam por essa alternativa como medida de previsão de futuros erros e também, como uma ótima janela de melhorias não antecipadas.

5. Execução das medidas e soluções

Ao serem finalizados os testes e feitos os ajustes finais, chegou a hora de colocar à disposição para que os frutos de todo o esforço e dedicação sejam colhidos. É importante lembrar, que mesmo que os resultados sejam muito positivos, o que é esperado, não há momento de estagnação ou zona de conforto.

O Design Thinking e os preceitos básicos de uma boa empresa, sempre levam em consideração o fato de que há sempre espaço para mudanças e melhorias, que vão se adaptando conforme o tempo e mudança de perfis. Essa continuidade garante que os produtos, serviços ou processos estejam sempre em consonância com o que há de novo e relevante no mercado.

E para que isso funcione adequadamente, é imperativo que sejam feitos diagnósticos periodicamente envolvendo todos os membros participantes dessa cadeia de consumo e produção.

Uma ótima maneira de agilizar as demandas de análise e desenvolvimento é a automação.

Como pode ser feita a aplicação do Design Thinking?

Ao ter em mente as etapas de otimização, implantá-las deve ser um esforço em conjunto entre todos os setores do negócio. Isso engloba as equipes de marketing interno e externo, os gestores que promovem ações estratégicas junto aos seus colaboradores e os líderes de projeto.

Manter a integração entre todos os setores é parte determinante para que tudo ocorra de forma orgânica e com a integração de todos os stakeholders sobre os esforços, alinhamentos necessários ao longo da elaboração e desenvolvimento dos cinco passos. Dessa maneira, sua empresa sempre estará um passo a frente no que tange às ferramentas que agregam sucesso e resultados positivos que consolidam o seu nome no mercado.

E para saber ainda mais sobre soluções tecnológicas que trazem benefícios em todas as áreas da sua companhia, continue explorando o blog da Clicksign para ficar por dentro de todas as inovações e notícias do mercado em diversos setores. Estamos sempre trazendo conteúdos relevantes e completos de forma simples e objetiva!

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