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Govtechs: tecnologia ajudando o governo a acabar com a burocracia

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Negócios / Tecnologia

Govtechs: tecnologia ajudando o governo a acabar com a burocracia

Dentre todas as mudanças prometidas pela implementação das Govtechs no Brasil, pode-se enfatizar a mais significativa. Uma vez adotada essa tecnologia, seria de fato o início de uma nova era cultural, econômica, política e pública.

A inovação tecnológica desmistifica com a burocracia fatigante existente em órgãos públicos e administrativos. Geralmente aqueles que mais colecionam demandas em grande escala, como o setor financeiro e o educacional. Estes também utilizam cada vez mais as startups para um desenvolvimento mais amplo e inclusivo.

Segundo uma pesquisa da empresa de consultoria PicewaterhouseeCoopers, o Venture Capital no Reino Unido, teve um salto crescente de 55%  em 2013 e em 2017 pontuou 198%. Isso implica diretamente no maior investimento na tecnologia supracitada e também um impacto considerável na economia, consequentemente nos cidadãos, na educação tecnológica e na forma comunicativa da gestão com a população! Por esse fato a novidade funcional que expande cada vez mais as opções da praticidade e equidade, é considerada uma revolução iminente.

Govtechs e um futuro tecnológico

Assim como qualquer projeto de caráter reformista, a nova tecnologia intui a integração da área governamental em um cenário que se relacione com o ritmo da ciência. A população aos poucos está sendo movida pelo conforto de máquinas que de fato detém a capacidade de aprender. A era da inteligência artificial leva cidadãos a sempre ter uma resposta imediata, tudo a depender de alguns cliques objetivos.

Entretanto, é perceptível que órgãos com demandas pesadas têm como característica a lentidão em seus sistemas e setores, sem de fato estabelecer uma relação mais estreita com os próprios indivíduos dependentes de seus serviços. Dessa forma, o projeto com as startups viabiliza que a burocracia seja desnecessária se mensurada com a simplicidade da população protagonista de seus próprios trâmites legais e/ou judiciais.  

Também vale salientar que, com essa adaptação, torna-se imprescindível o preparo dos líderes representantes de diversos departamentos administrativos. A boa funcionalidade das plataformas utilizadas também depende da supervisão e domínio por parte do próprio governo, para de fato haver revestimento total de um país digital que usa tais ferramentas a seu favor.

O protagonismo do cidadão

Atualmente existem diversas plataformas on-line já disponibilizadas por diferentes setores públicos com a pretensão que de fato facilite determinados processos. Porém é inegável que grande parte dessas ferramentas possuem inúmeros passos e etapas. Programas que não são intuitivos suficientes para que o próprio cidadão estabeleça um autoatendimento prático, haja vista que é praticamente a transferência da burocracia para um campo digitalizado.

As startups contrariam efetivamente esse cenário, uma vez que prioriza a transparência total com a população, intuindo que todos os trâmites de cada processo meticuloso seja resguardado apenas para os órgãos responsáveis.

Dessa forma também pontua-se a equidade social. As Govtechs não surgem para aumentar uma disparidade maior entre classes e afins. Leva-se em consideração que é uma responsabilidade do próprio governo tornar o acesso à internet unificado, abaixando os preços de serviço de dados e de fato acolher no mundo digital aqueles que não podem ainda acessá-lo. Ressaltando que toda a burocracia materializada retém mais gastos e prejuízos para o país, do que preços elevados no mercado.

Dessa forma, quando se trata de um novo modelo econômico, fala-se também de uma nova cultura, novas formas de comunicação e novas formas de lidar com o cidadão. Usar da tecnologia a favor do bom desenvolvimento sistemático, além de preparar uma geração inteira com a educação digital, também impacta na construção de uma era em que de fato máquinas serão a principal fonte de praticidade, autonomia e monetização.

A ética na era digital

Com uma parceria entre vias públicas e privadas, é necessário a consciência e responsabilidade quanto a uma inovação acerca de todo regulamento já previsto manualmente. É necessário reformular e deixar o cenário de fato hábil para que haja segurança transparente no ato on-line.

Por ser um trabalho frenético e constante, não existem exceções que justifiquem uma quebra para implementação gradual do recurso das Govtechs. Isso demanda uma regulação para garantir que a transição ocorra dentro dos critérios esperados. Com ética e com a mesma eficácia de um processo que duraria meses ou até anos para estar solucionado.

Além disso, faz-se necessário novas leis que fomentem uma adaptação mais favorável acerca do tecnológico e da inteligência artificial. Visando sobretudo a responsabilidade e a principal função disruptiva da proposta em questão.

Govtechs: flexibilidade e inovação

Semelhante ao preparo de figuras responsáveis e líderes do campo gestacional de órgãos públicos, existe também a condição ideológica que implica no espaço das Govtechs na geração atual. Acolher uma revolução digital seria orientar os próprios cidadãos e estimular a possibilidade de acatar novas estruturas mais promissoras e benéficas para processos atualmente trabalhosos.

Diante desse cenário, entende-se que a proximidade de órgãos públicos com a própria população é imprescindível para que haja uma cumplicidade estabelecida. É necessário partilhar projetos, ouvir dos próprios indivíduos sobre suas pertinências e trabalhar para um resultado benéfico pelo interesse comum: o avanço econômico, social e cultural do país.

Além disso, é notável que a própria infraestrutura pedagógica não prepara referências das áreas administrativas para amparar um novo modelo digital. Para além de toda a burocracia, todos os regulamentos de praxe e a lentidão exacerbada para liquidar problemáticas no Brasil. A implementação da era digital precisa acontecer desde a formação de nível superior, tal qual um professor necessita de aptidões para lidar com alunos dependentes de necessidades especiais.

Dessa forma, ao fomentar a flexibilização, praticidade e simplificação. O governo poderá acatar uma postura que de fato acompanhe os interesses e questões dos cidadãos para que uma revolução aconteça de maneira esporádica, disruptiva e transparente.

A Clicksign possui o selo Govtech de startups e trabalha para que essa medida seja implementada. Assim desenvolve sua vocação não apenas para que o governo desmistifique a burocracia e retenha todas as facilitações que o projeto inclui. Mas, também, porque de fato acredita no potencial crescente da proposta e na participação inclusa da sociedade em seus próprios trâmites pessoais de forma segura.

Saiba mais: https://brazillab.org.br/

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